Procurador-geral da República afirma que os fatos já estão sob apuração do Supremo e descarta novas medidas no momento
O Caso Master voltou à pauta jurídica nesta semana após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, determinar o arquivamento de um dos pedidos que solicitava o impedimento e a suspeição do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação havia sido apresentada por um grupo de parlamentares da oposição.
📲Quer receber notícias direto no celular? Entre no nosso grupo no WhatsApp.
Os deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC) basearam o pedido no fato de o ministro ter viajado em um jatinho acompanhado de um dos advogados de executivos do Banco Master. Segundo os parlamentares, a situação configuraria conflito de interesses para a atuação do magistrado no processo.
Entenda a decisão de Gonet sobre o Caso Master
Em sua manifestação, Paulo Gonet esclareceu que o episódio citado pelos deputados já é alvo de investigação na corte. “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, afirmou o procurador-geral.
A decisão encerra esta solicitação específica, mas o cenário jurídico em torno do tema permanece ativo. Além deste requerimento, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) apresentou um pedido mais recente, que também solicita a suspeição das decisões tomadas por Toffoli no âmbito do mesmo processo. Este segundo pedido ainda aguarda análise na mesa do procurador-geral.
Leia mais:
PGR recorre ao STF contra devolução de R$ 265 mi a condenado da Lava Jato
PGR aprova pedido de Damares para vistoria na cela de Jair Bolsonaro
Michelle relata queda de Bolsonaro na prisão e cita trauma na cabeça
Siga nosso perfil no Instagram, Tiktok e curta nossa página no Facebook

