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Alexandre Pato se oferece para custear traslado de Juliana Marins

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Ex-jogador Alexandre Pato se oferece para custear translado do corpo de Juliana Marins ao Brasil

O ex-jogador de futebol e comentarista esportivo Alexandre Pato se ofereceu para custear o translado do corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (26) pelo perfil Alfinetei, no Instagram.

Segundo a página, Pato entrou em contato com pessoas próximas à vítima e demonstrou interesse em arcar com todos os custos para o retorno do corpo ao Brasil.

“Quero pagar esse valor para que todos tenham paz e para que ela possa descansar ao lado da família”, disse o ex-atacante, atualmente casado com Rebeca Abravanel, filha de Silvio Santos, e comentarista do SBT.

Ainda de acordo com a publicação, o ex-jogador procurou a família de Juliana para oferecer ajuda, mas até o momento não havia obtido retorno.

 

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Corpo foi resgatado após mais de sete horas de operação

O corpo de Juliana Marins foi localizado e resgatado pela Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) na manhã de quarta-feira (25), no horário de Brasília. A operação de evacuação durou mais de sete horas, em um dos terrenos mais íngremes do monte.

“Às 6h (horário da Indonésia), a equipe conjunta no ponto de encontro iniciou o processo de manejo e preparação para a evacuação. Às 13h51, toda a equipe de resgate e as vítimas foram levantadas com sucesso para o ponto de ancoragem superior”, informou a Basarnas em nota oficial.

Juliana morreu após escorregar e cair em uma vala de difícil acesso, no topo do vulcão. Ela estava desaparecida desde sábado (21), e sua morte foi confirmada pela família em nota na terça-feira (24).

Repercussão nacional

A história de Juliana comoveu brasileiros nas redes sociais, após a divulgação de vídeos mostrando a jovem momentos antes do acidente. Ela fazia um mochilão pela Ásia quando decidiu realizar a trilha do Monte Rinjani. A demora no resgate e a falta de informações oficiais geraram críticas à condução da operação.

*Com informações do Metropoles

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