Nesta segunda-feira (22), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) decidiu anular as sentenças dos 7 condenados por crimes ligados ao tráfico de drogas no processo que ficou conhecido como “caso Djidja Cardoso”
Conforme a decisão, a condenação de 10 anos, 11 meses e 8 dias de prisão que foi aplicada a Cleusimar Cardoso, Ademar Cardoso — mãe e irmão de Djidja — e outros cinco acusados deixou de ser válida, e o processo volta a fase inicial.
A defesa dos réus solicitou sua soltura, mas o pedido foi negado pelo TJAM, já que ainda não foi concedido um Habeas Corpus.
Sentenças anuladas
O TJAM tomou a medida após um apelo da defesa dos acusados, que argumentou que a progressão do processo legal não foi respeitada e que houve falhas na investigação.
Ainda segundo a defesa, houve atraso no anexo de laudos e outras informações usadas pela acusação nos autos disponibilizados à defesa antes do julgamento, o que teria impossibilitado o direito à defesa dos réus.
O caso Djidja teve como conclusão a condenação de Cleusimar, Ademar, Verônica Seixas, Hatus Silveira, Sávio Pereira, Emiclei Freitas e Bruno Lima, todos por crimes ligados ao tráfico de drogas. A mãe e o irmão de Djidja foram ainda condenados por tortura, charlatanismo, falsificação e outros.
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