Débora Menezes e Alberto Neto confirmaram presença no ato liderado por Nikolas Ferreira na BR-040
Nesta terça-feira (20), os parlamentares amazonenses Débora Menezes e Alberto Neto, ambos filiados ao PL, anunciaram oficialmente que irão se juntar à Caminhada pela Liberdade. O ato, iniciado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG), percorre a rodovia BR-040 em um trajeto de Minas Gerais até Brasília. A mobilização tem caráter de protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e inclui pautas críticas a decisões recentes do Judiciário.
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Adesão da bancada do Amazonas
A confirmação da participação dos políticos do Amazonas reforça o apoio ao movimento idealizado pelo parlamentar mineiro. Débora Menezes comunicou sua partida no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, destacando o simbolismo da ação.
“Saio hoje de Manaus para me juntar ao Nikolas Ferreira nessa caminhada pela liberdade. Não é uma viagem comum, é um chamado. Todo movimento começa quando alguém decide dar um primeiro passo, e quando a coragem vence o medo a solidão vira um grande movimento”, declarou Débora.
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O deputado federal Capitão Alberto Neto, apontado como uma das lideranças do bolsonarismo na Câmara, também confirmou presença e deve se integrar ao grupo de caminhantes ainda hoje. Além dos representantes do Amazonas, o deputado Gustavo Gayer (PL/GO) aderiu à mobilização nesta terça-feira.
O trajeto da Caminhada pela Liberdade
Nikolas Ferreira iniciou o percurso no começo desta semana, partindo de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais. O trajeto total previsto é de aproximadamente 230 a 240 quilômetros até a capital federal. Segundo o cronograma divulgado, a chegada a Brasília deve ocorrer no próximo domingo, após sete dias de deslocamento.
O ato foi classificado por Ferreira como uma manifestação pacífica e simbólica, sem caráter partidário formal, embora conte com apoio de simpatizantes ao longo da estrada.
Motivações do protesto
Segundo os organizadores, o objetivo central da caminhada é atrair a atenção pública para temas sensíveis defendidos pelo grupo político. Entre as principais reivindicações estão os questionamentos sobre as prisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 e críticas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), além da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A previsão é que, ao chegarem em Brasília no domingo, os parlamentares realizem novos atos públicos e pronunciamentos sobre as pautas que motivaram o deslocamento.
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