Iniciativa da Prefeitura de Manaus busca capacitar professores e alunos, incentivando o desenvolvimento de projetos de iniciação científica em comunidades remotas.
A formação científica chegou à zona ribeirinha de Manaus como uma estratégia para consolidar a iniciação à pesquisa dentro das escolas municipais. A ação, coordenada pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), visa descentralizar o acesso ao conhecimento acadêmico e proporcionar aos estudantes das comunidades fluviais as mesmas ferramentas de investigação disponíveis nos centros urbanos.
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O programa foca na capacitação de educadores para que estes atuem como orientadores de projetos que dialoguem com a realidade local. Ao aplicar métodos científicos para solucionar problemas ou investigar fenômenos da própria região, os alunos desenvolvem o pensamento crítico e o protagonismo estudantil desde os anos iniciais.
Iniciação à pesquisa na Amazônia profunda
A implementação da formação científica em áreas de difícil acesso reforça o compromisso com a equidade educacional. De acordo com a Semed, a iniciativa permite que os jovens ribeirinhos vejam a ciência como algo próximo e aplicável, transformando a escola em um polo de inovação e preservação do conhecimento amazônico.
Durante as oficinas, são abordados temas como metodologia de pesquisa, coleta de dados e elaboração de relatórios, preparando as unidades de ensino para a participação em feiras de ciências locais e nacionais. O fortalecimento dessa base acadêmica é visto como um passo essencial para o futuro ingresso desses jovens no ensino superior.
Impacto nas comunidades fluviais
Além do ganho pedagógico, a presença de projetos de pesquisa nas comunidades ribeirinhas fomenta a integração entre a escola e as famílias. Muitos dos estudos realizados pelos alunos focam em sustentabilidade, recursos hídricos e biodiversidade, temas que impactam diretamente a economia e a qualidade de vida local.
Com essa formação, a Prefeitura de Manaus espera não apenas elevar os índices de aprendizagem, mas também formar cidadãos capazes de analisar criticamente o ambiente em que vivem e propor soluções inovadoras para os desafios da região amazônica.
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