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Avião da FAB; não é a primeira vez que aeronaves presidenciais falham

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Avião da FAB apresenta problema e presidente Lula relata “medo de incêndio” no Pará

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou por momentos de tensão em Belém, no Pará, ao enfrentar um problema mecânico em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) antes de decolar para a Ilha de Marajó. Durante entrevista à TV Liberal, afiliada da Rede Globo, Lula contou que a situação gerou preocupação:

“Tivemos que descer do avião com medo que ele pegasse fogo. Só tinha que agradecer a Deus porque o problema ocorreu em terra e não no ar”, afirmou.

O voo estava programado para ser realizado em um C-105 Amazonas, aeronave de apoio da FAB, e não no avião presidencial VC-1 (Airbus A319CJ). Em nota, o Palácio do Planalto informou que o “problema técnico-operacional” foi identificado durante os procedimentos de acionamento dos motores. Como precaução e seguindo protocolos de segurança, a FAB utilizou uma aeronave reserva, um C-97 Brasília, garantindo que o presidente cumprisse a agenda em Breves normalmente e sem alterações.

Incidentes anteriores com aeronaves presidenciais

O episódio não é isolado. Ao longo dos últimos anos, outras aeronaves que transportaram presidentes e vice-presidentes brasileiros também apresentaram falhas técnicas:

  • Lula no México (2024): O avião presidencial VC-1 apresentou falha técnica durante o retorno do país. A aeronave precisou voar em círculos por cerca de cinco horas para queimar combustível antes de pousar em segurança.

  • Geraldo Alckmin na Colômbia (2025): Durante uma parada para reabastecimento em Cali, a aeronave do vice-presidente apresentou falha em uma mangueira semi-hidráulica. A FAB enviou outro avião como precaução.

  • Marco Maciel em Pequim (1999): O então vice-presidente enfrentou incêndio em uma das quatro turbinas do avião, obrigando a aeronave a realizar pouso de emergência em Amsterdã. Nenhum passageiro se feriu.

História das aeronaves presidenciais

Desde 1942, o Brasil já contou com ao menos seis aeronaves modificadas pela FAB para transporte de presidentes e comitivas. O modelo atual, conhecido popularmente como “Aerolula”, é o VC-1, Airbus A319CJ adquirido em 2004, com capacidade para 45 passageiros e autonomia de 11 mil quilômetros, ao custo de R$ 500 milhões.

O incidente desta quinta reforça a importância dos protocolos de segurança em voos presidenciais e destaca a complexidade logística de transportar chefes de Estado em missões oficiais, nacionais e internacionais.

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