Uma operação conjunta entre as forças de segurança do Amazonas resultou na apreensão de uma carga de maconha avaliada em aproximadamente R$ 1,1 milhão na última terça-feira, dia 3 de março. A ação ocorreu no município de Benjamin Constant, localizado a 1.121 quilômetros de Manaus, e mobilizou agentes da Polícia Civil e da Polícia Militar para desarticular o armazenamento do entorpecente em uma área de mata.
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Detalhes da operação no interior do Amazonas
O trabalho investigativo foi conduzido pela 51ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Benjamin Constant, com o suporte da 50ª DIP de Atalaia do Norte. As diligências ganharam força após o recebimento de denúncias anônimas que indicavam a existência de drogas escondidas no conjunto Alonso Ipuchima.
De acordo com o delegado Rafael Bruno Lima, a localização exata do material ilícito só foi possível graças a uma varredura minuciosa no terreno. A substância entorpecente estava fracionada em 50 tabletes, totalizando os 59 quilos retirados de circulação. O prejuízo estimado ao crime organizado reforça o impacto das ações de fiscalização na região da tríplice fronteira.
O papel do cão farejador na localização da maconha
A eficácia da apreensão contou com um elemento fundamental: o apoio operacional da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) por meio de um cão farejador. O animal foi peça-chave para identificar os pontos onde os tabletes estavam enterrados, garantindo a precisão da busca em meio à vegetação densa.
Além das polícias Civil e Militar, a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social também integrou o esforço logístico. No momento da abordagem, as autoridades constataram que não havia suspeitos realizando a guarda do local, o que sugere uma estratégia de ocultação para evitar prisões em flagrante.
Próximos passos da investigação policial
Mesmo sem detenções imediatas no local da apreensão, o caso permanece sob investigação ativa. O foco das autoridades agora se volta para a inteligência policial, visando identificar os proprietários da carga e os responsáveis pela logística de transporte e armazenamento do entorpecente na calha do Rio Solimões.
A Polícia Civil reitera a importância da colaboração da sociedade por meio de denúncias, que garantem a continuidade do combate ao tráfico de drogas em municípios distantes da capital.
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