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PF investiga venda de dados de ministros do STF em operação contra rede criminosa

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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 5 de março, uma ofensiva para desarticular um esquema de manipulação e comercialização de dados de ministros do STF. A operação busca identificar a origem e a extensão de uma base de dados não oficial que continha informações sigilosas de magistrados da Suprema Corte, obtidas por meio de acessos indevidos a sistemas governamentais.

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De acordo com a corporação, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão. Todas as ordens judiciais foram expedidas pelo próprio Supremo Tribunal Federal. As investigações apontam que a rede criminosa não apenas coletava as informações, mas também realizava a alteração desses registros antes de vendê-los a terceiros.

Suspeita de fraude com dados de Alexandre de Moraes

Um dos pontos centrais da investigação é a suspeita de que informações pessoais do ministro Alexandre de Moraes tenham sido alvo direto de adulteração. O esquema funcionava como um mercado paralelo de informações, onde o acesso ilegal a plataformas oficiais do governo servia para alimentar o banco de dados clandestino.

Em nota oficial, a Polícia Federal informou que o inquérito teve início logo após a detecção dessa base externa. Os investigadores identificaram que o grupo utilizava credenciais ou vulnerabilidades para extrair o conteúdo de sistemas protegidos, comprometendo a segurança institucional dos membros do Judiciário.

Crimes investigados e penas previstas

Os envolvidos na operação de hoje podem responder por uma série de delitos graves. A lista inclui organização criminosa, invasão de dispositivo eletrônico, corrupção de dados e lavagem de dinheiro. Além disso, a PF apura a ocorrência de furto qualificado mediante fraude, dada a natureza do acesso aos sistemas públicos.

A ação reforça o monitoramento sobre a segurança cibernética das instituições brasileiras. O material apreendido durante as buscas será periciado para identificar possíveis compradores das informações e outros magistrados que possam ter tido sua privacidade violada pelo grupo.

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