O esporte amazonense vive um ciclo de renovação e impacto social por meio do Programa Esporte e Lazer na Capital e Interior (Pelci). Iniciativa do Governo do Amazonas, executada pela Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), o projeto se estabeleceu como um pilar de inclusão e desenvolvimento, alcançando milhares de crianças e adolescentes tanto em Manaus quanto em municípios do interior.
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Desenvolvimento social e inclusão no campo
Para além das quatro linhas, o programa foca na formação cidadã. Segundo o secretário da Sedel, Diego Américo, a iniciativa funciona como uma política pública de transformação, onde a disciplina e a educação caminham juntas com a prática física. Um exemplo claro dessa atuação ocorre no núcleo do conjunto Santos Dumont, na zona centro-oeste da capital.
O espaço recebeu um investimento de R$ 1,2 milhão para revitalização completa, oferecendo hoje uma estrutura de ponta para 150 alunos. O diferencial do núcleo reside na sua capacidade inclusiva, atendendo 19 jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA), garantindo que o direito ao lazer e ao desenvolvimento motor seja acessível a todos.
Da escolinha para as competições oficiais
A eficácia do Pelci na revelação de talentos é personificada por atletas como Alice Rodrigues, de 13 anos. Após ingressar no programa para aperfeiçoar seus fundamentos no futsal, a jovem viu sua evolução técnica abrir portas no cenário competitivo. Atualmente, ela integra a disputa do Campeonato Amazonense Sub-13, demonstrando como o suporte técnico qualificado pode elevar o patamar de esportistas iniciantes.
“No Pelci, encontrei a valorização e o aprendizado que buscava”, afirma a atleta, destacando que o ambiente acolhedor e o suporte dos professores foram fundamentais para sua transição rumo às competições oficiais da federação.
Expansão e números do projeto no Amazonas
Os indicadores de 2025 reforçam a capilaridade da ação governamental. Foram registrados mais de 325 mil atendimentos em todo o estado, consolidando a presença do projeto em diversas comunidades vulneráveis. Com 37 núcleos na capital e quatro polos distribuídos pelo interior, o programa mantém cerca de 4.250 matrículas ativas.
Desde sua criação, há quatro anos, o Pelci já beneficiou mais de 15 mil jovens. Esse volume de atendimentos reflete o compromisso com a democratização do acesso às modalidades esportivas e a consolidação de um legado social duradouro para as novas gerações do Amazonas.
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