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Forças Armadas e Ibama destroem helicóptero usado por garimpo ilegal em Roraima

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Aeronave avaliada em cerca de R$ 4 milhões foi localizada em Mucajaí e, segundo a operação, era utilizada em voos para áreas de garimpo ilegal

Uma operação das Forças Armadas em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resultou na destruição de um helicóptero apontado como parte da estrutura logística do garimpo ilegal em Roraima. A ação ocorreu em 29 de setembro, na região de Vila Nova, no município de Mucajaí.

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O helicóptero, modelo Robinson R44 Raven e avaliado em aproximadamente R$ 4 milhões, foi localizado após buscas realizadas pelas equipes do Comando Operacional Conjunto Catrimani II e do Ibama.

Segundo informações divulgadas pela operação, a aeronave estava camuflada e havia a alegação de que passava por manutenção. As autoridades afirmam, porém, que o equipamento era utilizado com frequência para realizar voos até áreas onde há atividade de garimpo ilegal.

Aeronave era usada como apoio logístico

A inutilização do helicóptero teve como objetivo interromper um dos meios de transporte utilizados para dar suporte às atividades ilegais na região.

A operação foi realizada a partir de uma infiltração aeromóvel em área de selva e contou com integrantes da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, além de equipes do Ibama.

De acordo com o Comando Operacional Conjunto Catrimani II, militares das áreas de engenharia e infantaria participaram da ação. O planejamento também utilizou dados de inteligência, sensoriamento da região e imagens de satélite para localizar a aeronave.

As informações obtidas permitiram identificar o ponto onde o helicóptero estava e organizar a operação para inutilizá-lo.

Operação Catrimani II combate garimpo ilegal

A ação integra a Operação Catrimani II, realizada na região da Terra Indígena Yanomami e em áreas próximas.

A operação tem como foco ações preventivas e repressivas contra o garimpo ilegal, crimes ambientais e ilícitos transfronteiriços relacionados à região.

Segundo as autoridades, as operações buscam reduzir a infraestrutura usada pelo garimpo, incluindo aeronaves, embarcações, equipamentos e outros meios utilizados no transporte de pessoas, materiais e suprimentos.

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