Tribunal é reconhecido nacionalmente por desempenho em governança, produtividade e tecnologia
Selo Diamante CNJ foi concedido ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) nesta terça-feira (2/12), durante o encerramento do 19.º Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado em Florianópolis (SC). Esta é a terceira vez seguida que o Tribunal alcança a categoria máxima do Prêmio CNJ de Qualidade, que avalia desempenho nos eixos de Governança, Produtividade, Transparência e Dados e Tecnologia.
O desembargador João de Jesus Abdala Simões, coordenador das Metas do Poder Judiciário no TJAM, recebeu o reconhecimento em nome da Presidência da Corte. A comitiva amazonense também contou com magistrados, juízes-auxiliares e dirigentes das áreas de Planejamento, Orçamento, Finanças e Compras.
Selo Diamante CNJ reforça excelência na gestão do TJAM
O presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes, destacou que o resultado reflete diretamente o trabalho conjunto de servidores, magistrados e equipes técnicas. Segundo ele, o alinhamento com as Metas Nacionais foi decisivo para o desempenho da Corte.
Jomar ressaltou ainda o papel da Comissão de Acompanhamento das Metas Nacionais, coordenada pelo decano João Simões, que monitorou os indicadores ao longo do ano. Ele classificou Simões como “o maestro” da conquista, pela condução do processo com eficiência e precisão.
Após a cerimônia, o desembargador João Simões afirmou, em entrevista ao Portal do TJAM, que o Tribunal superou desafios importantes, como a migração das unidades judiciais da capital para um novo sistema de tramitação processual. O avanço, segundo ele, poderia ter impactado os indicadores avaliados, mas o empenho das equipes garantiu o cumprimento das metas.
Desempenho avaliado em mais de 150 itens
Simões agradeceu também à alta gestão do Tribunal, incluindo o vice-presidente, desembargador Airton Gentil, e o corregedor-geral, desembargador Hamilton Saraiva, pelo suporte às unidades judiciárias e administrativas da capital e do interior.
O Prêmio CNJ de Qualidade tem como objetivo incentivar a modernização e a eficiência do Judiciário. A avaliação considera mais de 50 critérios e mais de 150 itens específicos, podendo atingir até 2.300 pontos, conforme adaptações para cada ramo da Justiça. A edição 2025 foi regulamentada pela Portaria CNJ nº 411/2024.
Entre os eixos avaliados estão governança, gestão de dados, transparência, tecnologia, inovação, estatística e aprimoramento da prestação jurisdicional.
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