A trajetória da ex-modelo brasileira Amanda Ungaro ganhou os holofotes internacionais após publicações recentes em redes sociais, onde ela afirma possuir informações comprometedoras sobre o presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump. Natural de Londrina, no Paraná, Amanda reside atualmente no Rio de Janeiro após ter sido deportada dos Estados Unidos no ano passado. O caso revela uma complexa rede de relacionamentos que conecta figuras do alto escalão do governo americano ao polêmico financista Jeffrey Epstein.
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A conexão entre Amanda Ungaro e o caso Epstein
A história da paranaense no cenário internacional começou precocemente. Aos 13 anos, ela deixou o Brasil para seguir carreira na moda, passando por polos como Itália e Japão. No entanto, foi em 2002, aos 17 anos, que sua trajetória cruzou caminhos sombrios. Segundo relatos da própria ex-modelo, ela teria chegado aos Estados Unidos a bordo do Lolitta Express, a aeronave privada de Jeffrey Epstein.
A brasileira afirma ter sido apresentada a Epstein por Jean-Luc Brunel, um olheiro francês frequentemente associado ao recrutamento de jovens para o financista. Em depoimentos à imprensa estrangeira, Amanda recordou um encontro breve com Epstein e sua parceira Ghislaine Maxwell, onde foi questionada sobre sua idade. Embora afirme nunca ter visto o financista novamente após esse episódio, o evento marcou sua entrada em um círculo social que incluía nomes influentes da elite global e da política americana.
Disputa judicial e a relação com Paolo Zampolli
No mesmo ano de sua chegada aos Estados Unidos, a modelo iniciou um relacionamento com o empresário italiano Paolo Zampolli. A união durou quase duas décadas e resultou em um filho, hoje com 16 anos. Zampolli é uma figura central nesta narrativa, sendo o homem que apresentou Melania Knauss a Donald Trump nos anos 1990. Atualmente, ele ocupa o cargo de enviado especial para parcerias globais do governo dos Estados Unidos.
O rompimento do casal ocorreu em 2023, desencadeando uma batalha judicial intensa pela guarda do filho adolescente. Amanda alega que sua deportação, ocorrida em 2025, foi orquestrada por Zampolli como uma forma de retaliação e controle. O empresário nega as acusações. Em entrevistas recentes, a brasileira descreveu o antigo relacionamento como abusivo e mencionou ter sido levada a eventos organizados por outras figuras controversas, como o rapper Sean Diddy Combs.
Por que a modelo ameaça o casal Trump
As tensões atingiram o ápice na última semana, quando publicações atribuídas a Amanda Ungaro no X (antigo Twitter) direcionaram ameaças diretas à Melania Trump. A ex-modelo alega ter mantido uma relação de proximidade com a primeira-dama por anos, mencionando inclusive a presença do Serviço Secreto em celebrações familiares e o envio de felicitações pessoais.
Nas postagens, a brasileira afirma estar disposta a derrubar o que chama de sistema corrupto, sugerindo conhecer detalhes da vida privada e da ascensão política do casal. O histórico de Zampolli, que assumiu publicamente a responsabilidade pela regularização do visto de trabalho de Melania na década de 1990, é um dos pontos que a paranaense sugere estar sob seu escrutínio.
Vida diplomática e o cenário atual no Brasil
Durante o período em que esteve com Zampolli, Amanda Ungaro também exerceu funções diplomáticas de relevância. Ela atuou como embaixadora de Granada na Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que, segundo o New York Times, teria sido facilitado por seu então companheiro.
Hoje, de volta ao Rio de Janeiro, a ex-modelo afirma não ter mais nada a perder e promete continuar sua luta nos tribunais e na esfera pública. Seu objetivo declarado é reaver o convívio com o filho e expor os bastidores do poder que conheceu de perto durante suas duas décadas de residência nos Estados Unidos.
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