InícioGeralSaúdeCuidados com o Aedes aegypti devem ser redobrados na época das chuvas

Cuidados com o Aedes aegypti devem ser redobrados na época das chuvas

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Com o início das chuvas intensas no estado do Amazonas, a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) emitiu um alerta sobre as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Em uma nota técnica, a FVS esclareceu que o aumento da incidência dessas doenças é comum durante o período chuvoso, que normalmente ocorre de outubro a maio, podendo se estender até junho.

O documento ressalta a definição de casos suspeitos de dengue, chikungunya, zika e febre do mayaro, além de abordar aspectos como fluxo de notificação, notificação compulsória imediata de mortes, vigilância laboratorial e ações de educação em saúde.

Prevenção e combate ao Aedes aegypti

Tatyana Amorim, diretora-presidente da FVS, enfatizou que o enfrentamento dessas doenças se concentra no combate ao mosquito e que a nota técnica orienta a intensificação imediata das ações de controle vetorial.

“Uma das medidas mais eficazes de prevenção é a redução dos índices de infestação e densidade vetorial do Aedes aegypti. Estamos promovendo medidas preventivas com foco na eliminação de criadouros. Se não há água parada, não há mosquito. Portanto, é crucial mobilizar a sociedade para esta ação”, afirmou Tatyana.

Elder Figueira, chefe do Departamento de Vigilância Ambiental, destacou que o combate ao mosquito exige a participação ativa da população em uma mobilização eficaz contra a proliferação do vetor.

“É necessária uma vigilância constante, sendo a maioria dos criadouros evitável. A gestão municipal deve estabelecer parcerias intersetoriais e interinstitucionais que garantam e fortaleçam a execução das ações de prevenção e controle das arboviroses no município, com a implementação do Comitê Interinstitucional de Vigilância e Controle das Arboviroses do município”, ressaltou Elder.

Casos reportados

Quanto ao cenário epidemiológico, dados de 2023 (de janeiro a 16 de dezembro) indicam 16.289 casos de dengue, 509 de Chikungunya e 321 de zika, todas transmitidas pelo Aedes aegypti. A FVS continua monitorando ativamente a situação e incentivando ações preventivas para mitigar o impacto dessas doenças na população.

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