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Brasil tem baixa procura por vacina bivalente contra Covid-19

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O índice de vacinação pela vacina bivalente contra a Covid-19 está em baixa no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, apenas 12% do público alvo apto a tomar a dose de reforço procurou um posto de saúde para efetivar a imunização.

Segundo os dados, apenas 12% dos 63 milhões de brasileiros aptos a se vacinar procuraram os postos de saúde desde que a bivalente começou a ser aplicada, no fim de fevereiro. São Paulo é o estado com maior número de imunizados, mas, ainda assim, a cobertura está em cerca de 20%.

No Amazonas, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), ampliou o público-alvo da vacinação bivalente contra a Covid-19 para quem tem entre 12 e 59 anos ou mais com comorbidades.

Segundo o último boletim divulgado pela FVS-RCP, o Amazonas tem apenas 35.130 doses da vacina bivalente aplicadas.

Entre as comorbidades incluídas nessa ampliação estão pessoas com diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, cardiopatia hipertensiva, síndromes coronarianas e arritmias cardíacas. A ampliação consta em Nota Informativa disponível em: https://bit.ly/3KlFTsf .

A dose da vacina será disponibilizada às pessoas que se encaixem no quadro de comorbidades incluídas no grupo prioritário para a dose de reforço e apresentarem, pelo menos, o esquema primário de duas doses com vacinas monovalentes.

Vacina bivalente

A vacina bivalente contra a Covid-19 é a continuidade da resposta protetora da vacinação para a prevenção da doença sintomática e formas graves das novas variantes da Ômicron. Como dose de reforço, a vacinação com dose da bivalente contra a Covid-19 previne a evolução de desfechos graves pela doença, como hospitalização e óbito.

O esquema vacinal para os grupos prioritários é de uma dose de vacina bivalente (reforço) para as pessoas, com 12 anos ou mais, que apresentarem, pelo menos, o esquema primário de duas doses com vacinas monovalentes.

Quem não faz parte dos grupos prioritários deve concluir a imunização com doses monovalentes.  O intervalo para doses de reforço com vacinas bivalentes será a partir de 4 meses da última dose de reforço ou do esquema primário com monovalentes.

Leia mais:
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