Média nacional avançou 0,99% e chegou a R$ 4,08 por litro; biocombustível foi considerado vantajoso em 11 estados e no DF.
O preço do etanol subiu em 10 estados e no Distrito Federal entre os dias 13 e 19 de setembro, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.
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Na média dos postos pesquisados em todo o país, o litro do etanol hidratado ficou 0,99% mais caro e passou a custar R$ 4,08. Em nove estados, os preços caíram e, em outros seis, permaneceram estáveis. No Amapá, não houve cotação durante o período.
Preço do etanol tem maior alta em Mato Grosso
Em São Paulo, principal estado produtor e consumidor do biocombustível e com o maior número de postos avaliados, o preço médio aumentou 0,27%, para R$ 3,77 por litro.
A maior alta da semana ocorreu em Mato Grosso, onde o valor avançou 6,81% e chegou a R$ 4,08 por litro. Rondônia registrou a maior queda, de 1,37%, com o preço médio passando para R$ 5,05.
O menor valor encontrado em um posto foi de R$ 3,09 por litro, em São Paulo. Já o maior preço, de R$ 6,59, foi registrado em Pernambuco.
São Paulo também apresentou o menor preço médio estadual, de R$ 3,77 por litro. Roraima teve a maior média entre os estados pesquisados, de R$ 5,38.
Etanol é mais competitivo em 11 estados e no DF
O etanol foi considerado economicamente mais vantajoso do que a gasolina em 11 estados e no Distrito Federal. Na média nacional, o preço do biocombustível correspondeu a 62,39% do valor da gasolina, percentual favorável ao abastecimento com etanol conforme a metodologia utilizada no levantamento.
A paridade ficou em 67,76% no Acre; 67,36% na Bahia; 66,12% no Distrito Federal; 65,67% em Goiás; 60% em Mato Grosso; 60,59% em Mato Grosso do Sul; 66,61% em Minas Gerais; 69,58% no Pará; 62,50% no Paraná; 68,15% em Rondônia; 67,39% em Santa Catarina; e 59,37% em São Paulo.
Pelo critério adotado, o etanol é considerado mais vantajoso quando custa até 70% do preço da gasolina. Acima desse percentual, o combustível deixa de ser apontado como a opção mais econômica.
Executivos do setor observam, no entanto, que o etanol pode continuar competitivo mesmo com uma paridade superior a 70%, dependendo das características e do desempenho de cada veículo.
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