As atualizações nas diretrizes de financiamento do programa Minha Casa Minha Vida entram em vigor nesta quarta-feira (22), trazendo mudanças significativas nos limites de renda e no valor dos imóveis. As alterações, aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS, buscam democratizar o acesso à moradia e contam com um aporte de aproximadamente R$ 31 bilhões provenientes do Fundo Social.
📲Quer receber notícias direto no celular? Entre no nosso grupo no WhatsApp.
Atualização das faixas de renda e novos limites
Com o início da vigência das normas, o governo federal estabeleceu novos tetos para as quatro categorias do programa. A reestruturação visa incluir um número maior de brasileiros no sistema de subsídios e juros reduzidos. Confira os novos limites de renda mensal para cada grupo:
-
Faixa 1: Até R$ 3,2 mil
-
Faixa 2: Até R$ 5 mil
-
Faixa 3: Até R$ 9,6 mil
-
Faixa 4: Até R$ 13 mil
Além da renda, o valor máximo dos imóveis financiáveis também foi reajustado. Para os beneficiários enquadrados na faixa 3, o limite passa a ser de R$ 400 mil. Já para a faixa 4, o teto foi fixado em R$ 600 mil.
Impacto econômico e social do Minha Casa Minha Vida
A expectativa técnica é que a flexibilização das regras gere um impacto expressivo no mercado imobiliário e na vida das famílias. Estimativas indicam que cerca de 87,5 mil lares serão beneficiados com taxas de juros mais baixas. O aumento do teto deve integrar 31,3 mil novas famílias à faixa 3 e outras 8,2 mil famílias à faixa 4.
Do ponto de vista financeiro, o governo projeta a liberação de R$ 500 milhões em subsídios diretos. No que tange ao crédito habitacional total, a movimentação esperada é de R$ 3,6 bilhões, impulsionando o setor da construção civil e reduzindo o déficit de moradia no país.
Leia mais:
Prefeitura de Manaus abre novas inscrições para o programa Minha Casa Minha Vida nesta semana
Manaus inicia entregas do Minha Casa Minha Vida em dezembro
Minha Casa Minha Vida: Aumento do subsídio no AM
Siga nosso perfil no Instagram, Tiktok e curta nossa página no Facebook

