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Operação Ágata Amazônia destrói 50 dragas usadas no garimpo ilegal no Amazonas

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Uma operação contra o garimpo ilegal realizada pelo Comando Conjunto Harpia, dentro da Operação Ágata Amazônia 2026, resultou na destruição de 50 dragas utilizadas na extração clandestina de minérios nos municípios de Japurá e Jutaí, no interior do Amazonas. A ação também incluiu fiscalizações em Tefé e provocou um prejuízo estimado em R$ 151 milhões às atividades criminosas, segundo as autoridades.

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De acordo com o balanço da operação, a presença das forças de segurança na região já havia levado à paralisação de 117 balsas antes mesmo da ofensiva principal. Além da destruição das dragas, os prejuízos financeiros aos envolvidos estão relacionados à interrupção das atividades ilegais e à perda de equipamentos usados no garimpo clandestino.

Durante a operação, os agentes apreenderam armas, munições e uma embarcação avaliada em aproximadamente R$ 2 milhões. Também foram recolhidos grande quantidade de combustível, mercúrio e outros materiais utilizados na atividade ilegal. Entre os itens apreendidos estavam ainda balanças de precisão e equipamentos que, segundo os órgãos envolvidos, reforçam os indícios da prática de garimpo clandestino na região.

Operação reuniu forças de segurança e fiscalização ambiental

A ação contou com a atuação integrada de diferentes órgãos federais e estaduais, incluindo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a Polícia Federal, a Polícia Militar do Amazonas e militares das Forças Armadas.

Segundo o comando da operação, o planejamento conjunto e a execução coordenada permitiram que a ofensiva fosse realizada sem registro de confrontos ou feridos.

Garimpo ilegal ameaça rios e comunidades no Amazonas

As autoridades afirmam que o objetivo da operação é combater crimes ambientais e ampliar a presença do Estado na Amazônia. A medida busca proteger rios, florestas e comunidades tradicionais afetadas pela atividade clandestina.

Especialistas e órgãos ambientais alertam que o garimpo ilegal causa impactos severos ao meio ambiente, como contaminação por mercúrio, destruição de habitats naturais e prejuízos diretos à população ribeirinha e indígena que depende dos recursos naturais para sobreviver.

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