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Caiado defende Forças Armadas para combater facções na Amazônia

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O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou que pretende enviar um projeto ao Congresso Nacional para classificar a atuação de facções criminosas como atos de terrorismo. Caso seja eleito, a medida servirá de base jurídica para autorizar o emprego das Forças Armadas na Amazônia como estratégia central de segurança pública e recuperação da soberania territorial na região nortista do país.

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De acordo com o político, o avanço de grupos armados nacionais e internacionais na região norte exige uma resposta imediata e robusta que vai além da capacidade das forças policiais estaduais tradicionais.

Atuação do Exército e da Marinha no combate ao crime

O pré-candidato ressaltou que as polícias Civil e Militar dos estados que compõem a região não possuem a estrutura necessária para conter isoladamente a expansão das grandes organizações criminosas na floresta. Diante dessa limitação logística, Caiado propõe o uso frontal da Aeronáutica, da Marinha e do Exército Brasileiro para retomar o controle de áreas consideradas críticas.

O governador declarou que a presença dessas corporações militares é o caminho viável para resgatar a ordem pública e assegurar o cumprimento das normas constitucionais em solo nacional. Para o gestor goiano, o enfrentamento deve ser tratado com prioridade de defesa nacional.

Presença de facções internacionais em território amazônico

Ao justificar a necessidade da nova legislação, Caiado alertou para o fato de que mais da metade dos municípios da Amazônia brasileira sofrem com a influência direta de organizações ilícitas. Segundo o pré-candidato, o cenário atual envolve a atuação conjunta de redes criminosas brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho, além de grupos oriundos da Colômbia, Venezuela e México.

A conceituação de terrorismo defendida por ele baseia-se na perda de controle territorial para essas quadrilhas internacionais. Com a aprovação do projeto no Legislativo federal, o governo federal teria o respaldo jurídico indispensável para deflagrar operações de combate frontal, devolvendo a estabilidade institucional à população e protegendo as fronteiras do Brasil.

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