Estudantes com contratos assinados até 2017 e que atendam aos critérios do programa podem buscar descontos e condições facilitadas para regularizar o financiamento estudantil.
O prazo para aderir ao Desenrola Fies termina em 16 de setembro. A iniciativa permite a renegociação de dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies, e prevê descontos e condições facilitadas, conforme a situação de cada contrato.
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O pedido deve ser feito diretamente com a instituição financeira responsável pelo financiamento, Banco do Brasil ou Caixa, utilizando os canais digitais disponibilizados pelos bancos.
O programa alcança estudantes que contrataram o Fies até 2017 e que, em 4 de maio de 2026, já estavam na fase de amortização. Essa etapa corresponde ao período posterior à conclusão da graduação, quando o estudante passa a quitar o valor principal financiado e os juros acumulados.
Quem pode aderir ao Desenrola Fies
A renegociação contempla tanto contratos adimplentes quanto inadimplentes, desde que atendam aos critérios estabelecidos para o programa. As condições oferecidas podem variar conforme a situação de cada financiamento.
Também podem participar estudantes que tiveram o nome incluído em cadastros de inadimplentes em razão de atrasos relacionados ao financiamento estudantil.
Nesses casos, a formalização do acordo e o pagamento da parcela de entrada resultam na retirada do nome do estudante e dos fiadores desses cadastros, quando aplicável.
Quem fica fora da renegociação de dívidas do Fies
Nem todos os contratos do programa estão incluídos na possibilidade de renegociação. Estudantes que firmaram contrato do Fies a partir de 1º de janeiro de 2018 não estão aptos ao Desenrola Fies 2026.
Também ficam de fora os contratos que, em vez de estarem na fase de amortização, ainda se encontravam nas etapas de utilização do financiamento ou de carência.
O Fies é destinado ao financiamento de cursos de graduação em instituições privadas de ensino superior. Depois da formação, o estudante deve devolver os valores financiados pelo governo, com juros baixos e condições de pagamento que respeitam o limite da renda do ex-estudante.
Com o prazo se encerrando em 16 de setembro, os estudantes que se enquadram nas regras precisam procurar o Banco do Brasil ou a Caixa, responsáveis pelos respectivos contratos, para verificar as condições disponíveis e formalizar a renegociação.
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