Operação realizada neste sábado integra plano regional para combater serviços irregulares e garantir a segurança da população no Amazonas.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, neste sábado (9/5), uma operação de fiscalização em diversos bares e casas noturnas de Manaus. A iniciativa tem como foco principal o combate à segurança privada clandestina, visando encerrar atividades que operam sem a devida autorização legal e garantir que os serviços prestados à população sigam as normas rigorosas da instituição.
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A ação faz parte de um plano regional estratégico de controle da segurança privada no estado do Amazonas. Durante as diligências, duas empresas foram alvo de inspeção direta, e os agentes federais constataram irregularidades em ambas as organizações, resultando em medidas administrativas imediatas.
Riscos da contratação de serviços irregulares
A Polícia Federal alerta que a contratação de segurança privada clandestina representa um risco significativo tanto para a integridade física dos frequentadores quanto para o patrimônio dos estabelecimentos. Empresas que operam à margem da lei não possuem o aval técnico necessário para atuar em ambientes de grande circulação.
Diferente das empresas regularizadas, os profissionais que atuam de forma clandestina não passam pelo crivo rigoroso da PF. Isso significa que não há garantia de que esses indivíduos foram submetidos a:
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Verificação detalhada de antecedentes criminais;
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Formação profissional técnica e específica para a área;
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Avaliações periódicas de aptidão física e psicológica.
Fiscalização e controle no Amazonas
O plano regional de controle busca não apenas punir as irregularidades, mas conscientizar proprietários de estabelecimentos sobre a importância de contratar apenas empresas certificadas. O controle exercido pela Polícia Federal é o que assegura que o braço privado da segurança atue de forma complementar e responsável, respeitando os direitos dos cidadãos e os protocolos de segurança pública.
A PF reforça que continuará monitorando o setor em Manaus e em outras cidades do Amazonas para coibir a prática e garantir que apenas profissionais devidamente treinados e autorizados exerçam a função de vigilância.
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