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Exposição celebra a arte negra contemporânea no Amazonas

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Mostra reúne obras de artistas locais e destaca representatividade e ancestralidade

A Galeria do Largo, no Centro de Manaus, será palco da exposição coletiva “Quanto + Preto Melhor”, que inaugura na próxima sexta-feira (24), às 18h. Com curadoria do artista e pesquisador Marcelo Rufi, a mostra celebra a arte negra contemporânea e estará aberta ao público até o final de fevereiro.

Um olhar para a ancestralidade e o letramento racial

A exposição, desenvolvida pelo grupo Arte Ocupa em parceria com Rufi, propõe uma reflexão profunda sobre o letramento racial, o afrofuturismo e a memória ancestral. “O título da exposição nasceu de um projeto acadêmico em que narrei histórias lúdicas sobre objetos da cor preta. Aqui, ele ganha novos contornos, como uma celebração à cultura preta e sua força transformadora”, explica o curador.

Artistas e obras em destaque

Os trabalhos apresentados incluem instalações, pinturas, esculturas e performances, revelando a diversidade de expressões artísticas da negritude na Amazônia. Entre os artistas participantes estão Anderson Souza, André Cavalcante Pereira, Rana Mariwo e Vivian Evangelista, entre outros.

“A exposição é uma homenagem e uma imersão cultural que exalta a arte contemporânea manauara por meio de técnicas inovadoras e narrativas que abordam temas essenciais como racismo estrutural e resistência cultural”, ressalta Rufi.

Programação de abertura e próximos projetos

A abertura contará com uma apresentação do Maracatu Pedra Encantada, em um cortejo que começa no Largo de São Sebastião e segue até a Galeria do Largo, onde o grupo será homenageado. A entrada é gratuita, e a exposição estará disponível de quarta a domingo, das 15h às 20h.

Além da mostra, o grupo Arte Ocupa já trabalha em seu próximo projeto, “Vejam antes que me tirem daqui”, que incluirá oficinas e residências artísticas sobre memória e espaços públicos.

A iniciativa reforça a importância da arte como ferramenta de transformação social e celebra a riqueza cultural afro-amazônica, promovendo um diálogo com o público sobre histórias e representações invisibilizadas ao longo do tempo.

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