A conquista de uma vaga em cursos de alta concorrência é o objetivo de milhares de estudantes brasileiros todos os anos. No entanto, o desempenho de Marcelo Zhang, de 19 anos, aluno do Colégio Marista Glória, na região central de São Paulo, chama a atenção pela eficiência ao alcançar o topo da lista de aprovados em carreiras tão distintas quanto Medicina e Ciência da Computação. Para atingir tais resultados, o estudante não apostou apenas na quantidade de horas de estudo, mas em estratégias de aprovação sólidas, que priorizam o aprendizado ativo e o equilíbrio emocional durante a preparação para o vestibular.
O caso de Marcelo reflete uma tendência crescente entre candidatos de alto rendimento: a substituição do estudo passivo, focado apenas na leitura de teoria, por métodos práticos. Ao analisar a trajetória do jovem paulistano, percebe-se que a organização do tempo e a identificação de lacunas de conhecimento foram pilares fundamentais para o sucesso nas provas da Fuvest e de outras instituições de renome nacional.
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O caso em questão reflete uma tendência crescente entre candidatos de alto rendimento: a substituição do estudo passivo, focado apenas na leitura de teoria, por métodos práticos. Ao analisar a trajetória do aprovado, percebe-se que a organização do tempo e a identificação de lacunas de conhecimento foram pilares fundamentais para o sucesso nas provas da Fuvest e de outras instituições de renome.
A importância do estudo ativo e da prática constante
Diferente do que muitos acreditam, a rotina não era baseada em privação total de sono ou isolamento social absoluto. O diferencial estava na qualidade das horas dedicadas aos livros. Uma das principais estratégias de aprovação utilizadas foi a resolução exaustiva de provas de anos anteriores. Esse método permite que o candidato se familiarize com o estilo das questões e aprenda a gerenciar o tempo de prova, um dos maiores desafios em exames extensos.
Além disso, o estudante focava no chamado estudo reverso. Em vez de ler todo o conteúdo teórico para depois praticar, ele partia dos exercícios e, ao encontrar dificuldades, buscava a teoria específica para sanar aquela dúvida. Essa técnica otimiza o tempo e garante que o cérebro mantenha o foco naquilo que ainda não foi totalmente compreendido, tornando o processo de aprendizagem muito mais dinâmico e menos cansativo.
Equilíbrio entre disciplinas de exatas e biológicas
Conquistar o primeiro lugar em cursos de áreas tão diferentes exige uma versatilidade intelectual rara. Enquanto Medicina demanda um domínio profundo de Biologia e Química, a Computação exige uma base matemática e lógica extremamente rigorosa. O jovem conseguiu equilibrar essas demandas mantendo um cronograma rigoroso, mas flexível o suficiente para dar atenção às suas fraquezas.
O planejamento envolvia divisões claras por blocos de conhecimento. Em vez de estudar apenas o que gostava, o foco era direcionado para o que pontuava mais ou onde havia maior incidência de erros nos simulados. Essa maturidade acadêmica é o que separa os candidatos medianos daqueles que ocupam as primeiras posições. A disciplina para encarar matérias difíceis com o mesmo empenho das favoritas foi um dos segredos para o desempenho excepcional em ambas as frentes.
Saúde mental e constância no longo prazo
Outro ponto relevante na trajetória do primeiro colocado foi o cuidado com o bem-estar. Manter a saúde mental é uma das estratégias de aprovação mais negligenciadas, porém essenciais. O jovem ressaltou que momentos de descanso e lazer não eram vistos como perda de tempo, mas como ferramentas de recuperação para que o cérebro pudesse processar as informações acumuladas ao longo do dia.
A constância superou a intensidade desmedida. Manter um ritmo sustentável ao longo de meses de preparação evitou o esgotamento físico e mental, comum em períodos que antecedem os grandes vestibulares. O resultado final, com aprovações em primeiro lugar, coroa um esforço que uniu inteligência estratégica, suporte pedagógico e um método de estudo focado em resultados reais.
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