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MPF investiga irregularidades em escolas de Feijoal, em Benjamin Constant

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Inquérito civil vai apurar problemas de infraestrutura, merenda escolar e falta de equipamentos nas unidades de ensino da comunidade.

As condições de funcionamento das escolas da Comunidade de Feijoal, em Benjamin Constant, no interior do Amazonas, serão alvo de investigação do Ministério Público Federal (MPF). O órgão instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades relacionadas à infraestrutura, à alimentação escolar e aos equipamentos disponíveis para o ensino.

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A portaria que formaliza a investigação foi emitida em 6 de agosto pela Procuradoria da República no Estado do Amazonas. A medida é assinada pelo procurador da República Guilherme Diego Rodrigues Leal.

Escolas em Benjamin Constant entram na investigação

Entre os pontos que serão averiguados pelo MPF está a falta de infraestrutura básica e de condições adequadas para o funcionamento das escolas localizadas na Comunidade de Feijoal.

O inquérito também abrange a ausência ou insuficiência de merenda escolar e a falta de equipamentos adequados para as atividades de ensino. Os três aspectos estão entre as principais questões que motivaram a abertura da investigação.

A decisão de instaurar o procedimento foi fundamentada no papel constitucional do Ministério Público Federal de proteger os interesses sociais e o patrimônio.

Inquérito civil apura condições das unidades

Com a abertura do inquérito civil, o MPF passa a investigar as irregularidades apontadas nas escolas da comunidade de Feijoal. A apuração reúne questões relacionadas tanto à estrutura necessária para o funcionamento das unidades quanto às condições oferecidas para o desenvolvimento das atividades de ensino.

A investigação também inclui a situação da merenda escolar e a disponibilidade de equipamentos adequados, pontos que integram o conjunto de problemas a serem examinados pela Procuradoria da República no Amazonas.

O procedimento foi formalizado por meio da portaria emitida no dia 6 de agosto e assinada pelo procurador da República Guilherme Diego Rodrigues Leal.

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